Documentos da Secretaria de Gestão de Pessoas da Assembleia Legislativa de Mato Grosso mostram que foi encaminhado ao município de Guarantã do Norte um pedido de cedência do servidor efetivo Valcimar para prestar serviços junto ao quadro de colaboradores da Assembleia Legislativa.
O pedido foi feito por meio de ofício encaminhado ao município, assinado pelo presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, solicitando a cedência do servidor. Pelo documento, Valcimar passaria a atuar na Assembleia e a oneração do cargo ficaria sob responsabilidade do próprio órgão estadual, ou seja, o município não teria custos com o servidor durante o período.
Mesmo assim, segundo os documentos, o Executivo municipal não respondeu ao ofício enviado pela Assembleia Legislativa. Diante da falta de retorno, o pedido chegou a ser reiterado, mas novamente não houve resposta oficial da prefeitura.
Com isso, a cedência do servidor acabou não acontecendo e Valcimar permaneceu exercendo suas funções em Guarantã do Norte.
Durante uma conversa sobre o caso, chegou a ser feito um comentário em tom de brincadeira dizendo que o servidor teria “preferido o sossego de Guarantã”. No entanto, os documentos mostram que não houve escolha do servidor, mas sim a ausência de resposta do Executivo municipal ao pedido de cedência feito pela Assembleia.
A situação levanta questionamentos sobre por que o município não respondeu aos ofícios encaminhados pela Assembleia Legislativa, o que acabou impedindo que o servidor fosse cedido ao órgão estadual?
Guarantã News – com informações de documentos oficiais

