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Saúde fortalece ambulatórios para diagnosticar e enfrentar hanseníase em Mato Grosso

Saúde fortalece ambulatórios para diagnosticar e enfrentar hanseníase em Mato Grosso

  • 10/09/2019
  • GOV MT

Representantes dos seis Ambulatórios de Atenção Especializada Regionalizados (AAER) participam nesta segunda e terça-feira (09 e 10.09) do 1º Encontro Mato-grossense de Vigilância e Atenção Especializada em Hanseníase, realizado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT). A proposta do evento é identificar as experiências exitosas das unidades, discutir as necessidades e viabilizar a implementação de melhorias.

Os ambulatórios estão presentes em Juína, Tangará da Serra, Juara, Alta Floresta, Barra do Garças e Várzea Grande. As unidades integram diversas ações do Plano Estadual Estratégico de Enfrentamento da Hanseníase, de 2018.

Todos os meses, o Estado investe R$ 60 mil na manutenção dos ambulatórios. Em contrapartida, os municípios disponibilizam os servidores e a estrutura física. Conforme a Coordenadora de Atenção às Doenças Crônicas da SES-MT, Ana Carolina Landgraf, os ambulatórios são responsáveis pelo diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos casos de hanseníase nos municípios.  

Normalmente, essa tarefa é atribuída à Atenção Primária de Saúde, mas Ana Carolina explica que, em algumas situações especificas, é necessária a referência especializada intervir – o que, segundo ela, contribui para o fortalecimento do trabalho do Estado, que já conta com o Centro Estadual de Referência em Média e Alta Complexidade (Cermac) e agora com as seis unidades descentralizadas.

“O Estado tem o Cermac e seis referências de saúde espalhadas nas regiões para fazer o acompanhamento oportuno daqueles casos que extrapolam o perfil de assistência de atenção primária e que necessitam de cuidados especiais”, destaca a coordenadora.

Os AAERs, em geral, são compostos por uma equipe médica multidisciplinar, que inclui enfermeiro, hansenólogo, fisioterapeuta, assistente social, psicólogo, biomédico e técnico em enfermagem. Entre as atividades desenvolvidas por esses profissionais estão o matriciamento da avaliação clínica para detecção de hanseníase, palestras, diagnósticos em casos referenciados, avaliação do grau de incapacidade e avaliação neurológica simplifica do paciente.

“O caso clínico é discutido a partir de uma proposta interdisciplinar. Assim, todos os profissionais contribuem para a melhor abordagem daquela pessoa acometida com hanseníase que necessita de um serviço especializado”, pontua Ana.

O ambulatório de Juína realiza cerca de 200 atendimentos por mês. Ele é tido como referência para os demais AAERs por ter identificado, em 2018, mais de 600 casos de hanseníase. Para a responsável pelo local, a enfermeira Ágata Lozano, ter um número alto de casos e manter a busca ativa é positivo porque, segundo ela, isso significa que a equipe, composta por nove pessoas, está detectando e enfrentando a doença.

O evento

O encontro segue até esta terça-feira (10.09), das 8h às 17h, no auditório Licínio Monteiro, da Assembleia Legislativa. Além da troca de experiência dos AAERs, os profissionais tratam das metas e resultados do Plano Estadual Estratégico de Enfrentamento da Hanseníase, analisam a possibilidade de ampliar o número de ambulatórios no Estado e ainda discutem a inclusão de AAERs nos Planos Municipais.

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho