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Deputados discutem e partem para acusações pessoais em sessão na AL

Deputados discutem e partem para acusações pessoais em sessão na AL

  • 12/09/2019
  • Folha Max

Parlamentares discutiam projeto que cria cargos no MT Par quando rolou discussão

Divergências a respeito do projeto do governo de Mato Grosso que prevê o aumento do número de cargos no MT Par (MT Parcerias S/A), geraram um bate-boca entre os deputados Xuxu Dal Molin (PSC) e Ulysses Moraes (DC) na sessão matutina desta quinta-feira (12) na Assembleia Legislativa. Os dois deputados tiveram como bandeira de campanha o exugamento da máquina pública, mas Xuxu votou favorável a matéria do Governo, o que despertou a "ira" de Moraes.

“Quando se refere a enxugar a máquina pública, vossa excelência se manifesta de maneira contrária. Espero que o seu posicionamento venha a ser coerente com seu discurso de enxugamento da máquina pública”, disse o deputado, que alegou que sua intenção, ao apresentar uma emenda, era justamente acabar com cabides de emprego.

Ele defendeu que o número de servidores já existentes são suficientes e a criação de mais cargos aumentaria os gastos “nesse Estado que está sufocado com suas contas publicas”.

Por ter sido citado, Janaína Riva (MDB), que presidia a sessão, concedeu o aparte a Xuxu, que respondeu que não havia votado a favor do projeto, e sim autorizado o governador Mauro Mendes a fazer o planejamento necessário na MT Par, que é importante para o desenvolvimento do Estado, na medida em que tem condições de contribuir com a arrecadação e o desenvolvimento. “Se a gente ficar se digladiando aqui, a gente vai ficar um desrespeitando o outro. Só respeita o meu voto, não precisa pra crescer politicamente desfazendo o meu trabalho, faça o teu trabalho e cresça, só isso”, disparou.

Xuxu ainda "partiu para o pessoal" e lembrou que, recentemente, o pai de Moraes foi nomeado num cargo comissionado. “Eu não nomeei meu pai em cargo público. Baixa tua bola, já liberei o governo do Estado, não tenho cargo no governo eu estou aqui como cidadão fazendo minha parte. Eu não me apego a grupinho nenhum  a movimento nenhum, não uso passagens desta casa para ir a reunião política, o senhor me respeite”, continuou o deputado. 

Ulysses, que preside no Estado o MBL (Movimento Brasil Livre), é filho do advogado Naime Moraes, que até recentemente ocupava um cargo comissionado no Tribunal de Contas do Estado, onde recebia um salário de R$ 13,2 mil. Ulysses, em resposta a Xuxu, negou que tenha feita a indicação do pai para o TCE.

“Primeiramente que meu pai não ocupa nenhuma função pública hoje, isso tem que ficar muito claro. Segundo que ele é muito maior do que eu e já ocupou várias secretarias, diversos cargos públicos e se por ventura foi nomeado em qualquer cargo não tive influencia nenhuma, qualquer tipo de indicação”, rebateu, aproveitando para acusar Xuxu de ter votado o projeto sem ler.

“Vossa excelência nem ao menos leu o projeto de lei, como vossa excelência vota? Mas para encerrar esse debate fica aqui o questionamento, antes de subir a tribuna para debater projeto, leia”, recomendou.

Após mais uma intervenção de Janaína, Xuxu decidiu acabar com a discussão. “Só quero pedir desculpas aqui por esse debate baixo que não tem resultado nenhum e onde a gente só fica aqui um tentando desfazer o outro, eu li o projeto, sim deputado, só respeita o meu voto, só isso”, encerrou.

 

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho