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Alunos da escola Tarley Rossi criaram pesticida capaz de eliminar caramujos

Alunos da escola Tarley Rossi criaram pesticida capaz de eliminar caramujos

  • 07/11/2019
  • SEDUC MT

Os projetos evidenciam temas cotidianos da comunidade, focando nas metodologias ativas do Documento de Referência Curricular (DRC-MT), tendo o aluno como protagonista do processo de aprendizagem.

 

A Escola Estadual Tarley Rossi Vilela, localizada no município de Novo Mundo (a 785 quilômetros de Cuiabá), realizou, na última sexta-feira (01.11), Feira Científica para expor os trabalhos desenvolvidos pelos alunos e professores no primeiro semestre do ano letivo. Entre os projetos apresentados estava o “Agrotóxico Mata Tudo”, dos alunos do 1º ano do Ensino Médio, que criaram um pesticida, a partir do óleo de cozinha e do bicarbonato de sódio, capaz de eliminar o caramujo.

A ideia surgiu devido a infestação de caramujos africanos na comunidade Cristalino do Norte, onde a escola está situada. Sob a orientação do professor de Química Magnum Roberto Madureira os alunos desenvolveram a subtância.

A turma do 2º ano do Ensino Médio apresentou o projeto “Grelha Catalizadora”, que evita a emissão de CO2 no meio ambiente.

Segundo o coordenador pedagógico, Gustavo Gabriel de Castro, os projetos evidenciam temas cotidianos da comunidade, focando nas metodologias ativas do Documento de Referência Curricular (DRC-MT), tendo o aluno como protagonista do processo de aprendizagem.

“Professores e alunos ao discutirem sobre a possibilidade do desenvolvimento de projetos considerando a realidade campesina, na qual a escola faz parte, colocaram em prática diversas abordagens, que vão desde temáticas relativas à saúde, com ênfase social e pedagógica, até temas sobre o meio ambiente e controle de pragas”, explica.

O projeto “Plaina”, do 3º ano do Ensino Médio, utilizou materiais recicláveis para a produção de ferramentas a serem utilizadas na manutenção da limpeza do pátio e da horta da escola.

Os alunos do 7º ao 9º ano do Ensino Fundamental também participaram da feira com a apresentação de seus trabalhos. 

As turmas do 7º ano, sob orientação da professora bióloga Pamela Maria Olívio, trataram sobre as bactérias presentes no cotidiano e a importância que as mesmas possuem para a saúde do ser humano, assim como o combate daquelas que não são benéficas.

Já o 8º ano desenvolveu um projeto voltado para a área da saúde, com o tema Sistema Cardiovascular. Sob a coordenação da professora Pamela, os alunos apresentaram as doenças ocasionadas pela falta de cuidados com a saúde e toda a estrutura do sistema.

No 9º ano a professora mestranda de matemática Dayane Cristielle Siquiere focou nas metodologias ativas do DRC-MT, desenvolvendo o projeto “9º Tesouro”, que utilizou o plano cartesiano para encontrar o tesouro escondido.

Os projetos foram apresentados aos jurados do evento, formados por comerciantes locais, assessora pedagógica da escola e a professora pedagoga da EE André Antônio Maggi, que evidenciaram a relevância dos projetos com problemáticas específicas e atuais do cotidiano.

A professora Jaqueline Moreno da EE André Antônio Maggi, foi umas das juradas e ressaltou a relevância social dos projetos. “Abordar temas cotidianos que impactam o pedagógico e o social é de crucial importância para a assimilação de conceitos pelos alunos e dinamização da aprendizagem”, observou.

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho