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Médico é condenado 5 anos depois por espancar a ex em Cuiabá

Médico é condenado 5 anos depois por espancar a ex em Cuiabá

  • 08/11/2019
  • Repórter MT

De acordo com o processo, as agressões aconteceram em 2014 durante o processo de separação do casal.

 

O ginecologista-obstetra M.P.S. foi condenado por lesão corporal, prevista na Lei Maria da Penha, pela juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa, da 1° Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Cuiabá. A decisão saiu na última sexta (01). 

O médico agrediu a ex-mulher no dia 27 de abril de 2014, e levou 5 anos para ser julgado. Ainda cabe recurso. 

Segundo o processo, o caso aconteceu em edifício, localizado no bairro Bosque da Saúde. A vítima e o agressor estavam separados - na época - havia mais de um ano, no entanto, continuavam morando juntos no mesmo apartamento.

De acordo com os autos, a mulher o questionou sobre o seu Imposto de Renda que, segundo ela, havia um contador do ex-marido que sempre fez o serviço para ambos.  M.P.S. teria respondido para ela “se virar” dando início a uma discussão. Momento em que ele a empurrou, apertou o seu braço causando lesões e a ameaçou de morte.

Em seu depoimento, o médico negou ter agredido a vítima. No entanto, a lesão foi comprovada por exame de Corpo de Delito.

Os dois eram casados em comunhão universal de bens e ainda não haviam chegado a um acordo de divisão para selar o divórcio, por isso, viviam no mesmo apartamento.

M.P.S. foi condenado a três meses em regime aberto. Sendo assim, o médico deveria se recolher no período da noite na Casa do Albergado, no entanto, na Capital não há essa estrutura. Devido a isso, o ginecologista-obstetra terá toque de recolher, ficando em prisão domiciliar.

Além disso, ele usará uma tornozeleira eletrônica e deve seguir as medidas estabelecidas pela Justiça.

O ginecologista e obstetra é professor do curso de Medicina numa universidade de Cuiabá.

Histórico

A mulher relatou que foi casada por 11 anos com o acusado e que ele era alcoólatra. Segundo ela, a situação piorou em 2013, quando foi agredida pela primeira vez. Nesta época, os dois já estariam separados.

Defesa

Testemunhas disseram que o médico possui reputação ilibada e que desconhecem o quadro de alcoolismo. No entanto, os nomes arrolados no processo são de pessoas de convívio profissional ou esporádico do ex-casal.

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho