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Brasil deixará grupo de trabalho sobre educação do Mercosul, diz ministro

Brasil deixará grupo de trabalho sobre educação do Mercosul, diz ministro

  • 02/12/2019
  • TV Globo

Reuniões com parceiros da região serão feitas de forma bilateral. Segundo o ministro Abraham Weintraub, Argentina e Paraguai foram notificados após reunião de ministros da Educação na manhã de sexta; Uruguai não esteve presente.

 

O Brasil deixará de integrar o grupo de trabalho que discute educação no Mercosul. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), a decisão começa a valer na sexta-feira (29) e o país passará a realizar reuniões bilaterais para tratar do tema com Argentina, Paraguai e Uruguai.

"Não há resultados concretos para mostrar", disse o ministro da Educação Abraham Weintraub. "Depois de 28 anos que o Brasil está participando na área educacional do Mercosul, a decisão do governo é começar a discutir apenas relacionamentos bilaterais."

De acordo com o ministro, representantes dos países que integram o mercado comum foram notificados da decisão na manhã de sexta após a Reunião de Ministros da Educação, sediada no Brasil. Weintraub destacou que somente os ministros do Brasil e Paraguai estiveram presentes, ao todo são cinco os estados partes do mercado comum.

A Argentina, que passa por mudanças em seus ministérios após a eleição de Alberto Fernández no final de outubro, mandou um representante diplomático, já o Uruguai que teve eleições presidenciais no domingo (24) não enviou representantes.

O encontro de ministros da Educação está previsto desde a fundação do Mercosul, em 1991, e tem a função de propor ao conselho do bloco, medidas que visam coordenar políticas educacionais dos estados membro.

 

Custos

 

Questionado sobre os valores que serão economizados com o fim dessas reuniões, o ministro disse que o ministério “está levantando”.

 

“Aparentemente, é um volume significativo nesses 28 anos de Mercosul. Estamos falando de uma coisa com R$ 30 milhões, mas é um número oficioso, não oficial” – Abraham Weintraub

 

Weintraub argumentou, ainda, que as reuniões bilaterais têm custos, mas “têm começo, meio e fim e um objetivo claro”. A saída do Brasil do setor educacional do Mercosul, porém, não significa a saída do país do bloco como um todo.

 

Recursos para energia solar

 

O ministro da Educação convocou coletiva de imprensa nesta sexta-feira para anunciar a liberação de R$ 125 milhões para as universidades federais gastarem, necessariamente, com energia solar e em conclusão de obras.

Segundo o ministro, o dinheiro virá da Secretaria de Educação Superior (Sesu). “Estamos remanejando, estamos mexendo, buscando eficiência”, afirmou.

As universidades precisarão gastar, pelo menos, 65% dos valores em placas fotovoltaicas. O restante poderá ser usado para a conclusão de obras paradas ou em andamento.

Grande parte das instituições receberá entre R$ 1,5 milhão e R$ 2 milhões, mas os critérios de distribuição variam de acordo com o menor custo por aluno e critérios de desempenho - portanto, algumas podem receber mais, outras menos.

A estimativa do MEC é que, em quatro anos, haja uma economia nas contas de energia elétrica de R$ 25,5 milhões ao ano - uma média de R$ 405 mil por universidade.

 

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho