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Brasileiros usam bagaço de cana, milho e beterraba para substituir gesso

Brasileiros usam bagaço de cana, milho e beterraba para substituir gesso

  • 25/12/2019
  • Ciclo Vivo

Um plástico termomoldável e biodegradável foi desenvolvido por pesquisadores brasileiros e pode ser uma alternativa para substituir o gesso na área de ortopedia. Os filamentos de PLA (ácido poli láctico), usam bagaço da cana-de-açúcar, milho e beterraba na composição e produzem órteses com design único e que se adapta à anatomia do corpo de cada paciente.

Os novos “gesso” são arejados, higienizáveis, resistentes, à prova d’água e não alergênicos, o que garante conforto e liberdade aos pacientes que precisam de algum tipo de tratamento.

Os filamentos de PLA são produzidos por uma empresa terceirizada e as órteses chegam ao mercado com aFix It, empresa que atua há dois anos no mercado de saúde e ortopedia no Brasil. “Todas as nossas soluções foram pensadas para substituir o gesso e as talas tradicionais. O objetivo é produzir imobilizadores para todas as articulações do corpo, levando uma solução acessível a todas as classes”, comenta Hebert Costa, cofundador e CPO da Fix it.

 

Novo modelo de negócios

 

Para facilitar e democratizar o atendimento a pacientes que precisam de imobilização, a empresa optou pelo modelo de franquias. Antes, as órteses eram produzidas em larga escala com tamanhos genéricos (P, M, G) e vendidas diretamente ao público final ou clínicas e hospitais.

Agora, a empresa oferece um serviço personalizado; a partir de arquivos digitais, as unidades franqueadas podem imprimir as soluções em suas impressoras 3D de acordo com as demandas e as medidas de cada paciente.

“Queremos levar nossas soluções para todos os cantos do Brasil com rapidez e eficiência. Mudamos nosso modelo de negócio para torná-lo mais acessível e fazer com que toda a cadeia de distribuição fosse mais sustentável, já que com a mudança na maneira de comercializar, reduzimos o transporte  de produtos e o consumo de combustíveis fósseis consideravelmente”, explica Felipe Neves, cofundador e CEO da Fix it.

 

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho