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Grupo com Emanuel, Campos, deputados federais e estadual pode lançar candidato ao Senado

Grupo com Emanuel, Campos, deputados federais e estadual pode lançar candidato ao Senado

  • 10/01/2020
  • Olhar Direto

A família Campos retribuiu na noite de quinta-feira (9) visita feita há dias pelo prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), a Várzea Grande. O diálogo, desta vez, foi mais ampliado e tratou com mais profundidade sobre a vaga aberta ao Senado com a cassação de Selma Arruda (Podemos). Além da prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos (DEM), dos irmãos democratas Júlio e Jayme e do deputado federal Emanuelzinho (PTB), participaram também o congressista Neri Geller (Progressistas) e o deputado estadual Max Russi (PSB)

A reportagem apurou que os presentes manifestaram interesse em consolidar o grupo e dele extrair nome forte para a eleição suplementar ao Senado. “Não é por um nome. [O grupo] tem vários nomes, mas o grupo não definiu a união em cima de um nome. Quem preencher as condições, as expectativas da população mato-grossense é que será o candidato”, assegurou um dos presentes no encontro.
 
Este é a segunda agenda dos Campos com os Pinheiro em menos de um mês e expõe ainda mais a divisão interna no Democratas de Mato Grosso, entre a ala simpática ao prefeito de Cuiabá e o grupo mais próximo do governador Mauro Mendes (DEM), que pretende lançar candidatura própria na capital em oposição à atual gestão.
 
Mendes, naturalmente, não foi convidado para o encontro da noite desta quinta-feira. Para todos os efeitos, esta foi uma visita de cortesia, em retribuição ao diálogo do último dia 26 de dezembro, quando os Campos receberam em Várzea Grande Emanuel e Emanuelzinho. Na ocasião, Mendes também não participou.
 
A participação de Neri Geller e Max Russi traz mais peso ao grupo que ensaia uma formatação. “Esse grupo se juntou em um projeto para Mato Grosso. Para Mato Grosso ter uma representação forte em Brasília e não um projeto pessoal para ter alguém eleito ao Senado para lá na frente virar candidato a governador, como aconteceu recentemente”, confidenciou uma fonte à reportagem.
 
A ideia debatida na noite de ontem é a de não priorizar um projeto pessoal, mas buscar a candidatura de maior viabilidade e que possa bem representar Mato Grosso em Brasília. “Quem estiver melhor encaixado nessa vontade do povo será o candidato do grupo e todos vão entrar para valer”.
 
A eleição ao Senado se avizinha, mas ainda não há definição para a escolha do candidato. Nem velha política, nem nova política. Esse grupo é da boa política”, disse Jayme Campos aos presentes, de acordo com um dos convidados.

Dos presentes no encontro, Júlio Campos, Max Russi e Neri Geller já manifestaram algum tipo de interesse na vaga ao Senado. Internamente, o DEM quer a vaga e com o recuo de Eduardo Botelho, o ex-governador é apontado como nome em potencial.

Já Neri, que foi ministro da Agricultura, pode trazer apoio do setor produtivo para o eventual projeto se for o candidato, incluindo o nome do ex-senador Blairo Maggi (Progressistas), de quem é próximo e correligionário.

Max Russi tenta se viabilizar dentro da Assembleia Legislativa e conseguir apoio dos colegas de parlamento para obter dos deputados nas suas respectivas bases eleitorais e ganhar ganhar musculatura política e ter uma candidatura com capilaridade no estado. Ele já está se articulando no parlamento desde que Botelho confirmou que não tem pretensão na vaga.

O quebra-cabeças de candidaturas e de apoios ainda está aberto. Além da pretensão de o DEM ter candidatura própria, o governador Mauro Mendes pode apoiar a candidatura de Carlos Fávaro (PSD), de quem foi colega de chapa em 2018 e ficou em terceiro lugar ao Senado. Além disso, o próprio vice-governador, Otaviano Pivetta (PDT), confirmou pretensão em brigar pela vaga.

 

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho