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Por Aliança pelo Brasil, Bolsonaro deve visitar 21 capitais

Por Aliança pelo Brasil, Bolsonaro deve visitar 21 capitais

  • 10/01/2020
  • Estadão

Reunião com coordenadores locais aconteceu na quinta-feira (9) e definiu um calendário de atos até fevereiro em todas as capitais

 

presidente Jair Bolsonaro vai intensificar sua atuação como garoto-propaganda do partido que pretende criar, o Aliança pelo Brasil. Na tentativa de conseguir arrecadar até março as 491,9 mil assinaturas necessárias para colocar o partido de pé a tempo de estrear nas eleições municipais, Bolsonaro deve viajar para 21 Estados até o fim de fevereiro e participar pessoalmente da coleta de apoio em alguns desses locais, principalmente no Nordeste. Segundo a direção da legenda em criação, 100 mil assinaturas foram recolhidas até agora.

A executiva nacional do Aliança pelo Brasil se reuniu nesta quinta-feira (9) com coordenadores locais e definiu um calendário de atos até fevereiro em todas as capitais. Bolsonaro deve participar da maior parte deles. O presidente disse para a cúpula do partido que quer se engajar pessoalmente na coleta de assinaturas e estar presente à abertura das cerimônias em São Paulo, cidade mais populosa do País, e em Estados do Nordeste comandados por governadores de esquerda.

Bolsonaro acredita que o Aliança precisa demonstrar força nas regiões que ele considera ter hoje um grande eleitorado de esquerda.

Os eventos devem seguir um roteiro. Os encontros vão começar com a execução do hino nacional, seguida por uma oração, de acordo com coordenadores do Aliança. Após a oração, é feita a apresentação das autoridades e lideranças que compõem a mesa. Em seguida, uma liderança faz uma breve explicação sobre os valores que guiam o partido e é aberto espaço para perguntas do público.

Se Bolsonaro não estiver presente, será exibido um vídeo feito exclusivamente para aquela localidade. Uma das ideias é colocar o presidente ao vivo, por meio de "lives", em conversa direta com os apoiadores. Encerrada a participação de Bolsonaro, os coordenadores locais darão início às coletas de assinatura de apoio ao partido em formação nas mesas de atendimento.

 

Início

 

Os primeiros eventos acontecerão em Brasília (DF) e João Pessoa (PB), no dia 18. Os dois últimos estão previstos para 16 de fevereiro no Rio de Janeiro (RJ) e em Palmas (TO). O Aliança prepara estrutura para receber um número mínimo de 2 mil apoiadores em cada encontro, que também deve ter a presença de deputados federais, do senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ) filho do presidente, e de dirigentes do partido em formação.

De acordo com o coordenador de compliance e governança do Aliança, Mário Lima, a sigla está priorizando a realização de reuniões no final de semana para que Bolsonaro possa participar sem estar ocupado com despachos no Palácio do Planalto. "No meio de semana ele é presidente, nos fins ele está livre", disse.

Para cumprir a meta de aparecer em 21 eventos do Aliança no período, Bolsonaro teria que visitar ao menos quatro cidades todos os fins de semana. O partido não explicou como serão feitos os deslocamentos do presidente. Nesta quinta-feira (9), em sua transmissão semanal ao vivo nas redes sociais, Bolsonaro lembrou que o Aliança não usará recursos do Fundo Partidário. O ato de lançamento do Aliança foi em novembro passado.

 

Conservador

 

Para Lima, mais importante que a coleta de assinaturas é a necessidade de se criar uma sigla com "base sólida". "É fundamental que a gente tenha um partido com qualidade na política partidária, baseada em transparência, valores, em ideologia. Um partido conservador, de valores, que foque em família."

Na avaliação da advogada Karina Kufa, defensora de Bolsonaro e coordenadora jurídica da nova sigla, o resultado tem sido surpreendente. "Após o início da coleta de assinaturas, ficamos surpreendidos com a velocidade e participação popular na criação do partido. Ficamos praticamente responsáveis pela formulação das diretrizes. Todo o restante está sendo feito pela militância", afirmou.

Procurado pela reportagem, o Palácio do Planalto informou que não se manifestaria.

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho