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Juiz condena idosa a 2 anos de prisão por tentar sacar R$ 106 mil de morta em Cuiabá

Juiz condena idosa a 2 anos de prisão por tentar sacar R$ 106 mil de morta em Cuiabá

  • 12/01/2020
  • Folha Max

O juiz Geraldo Fernandes Fidelis Neto condenou a aposentada D.D.M, de 63 anos, por ter ao lado de I.S.M, de anos, tentado sacar, em abril de 2013, R$ 106 mil da conta da falecida professora A.J.R utilizando uma procuração falsa. O golpe foi descoberto somente na unidade de atendimento do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Ganha Tempo, no Centro de Cuiabá.

A acusação, formulada pelo MPF (Ministério Público Federal) foi recebida somente quatro anos depois do crime. A primeira audiência foi realizada somente quase dois anos depois, no dia 13 de março deste 2019.

Na ocasião, testemunhas foram ouvidas e o MP acabou se pronunciando, em alegações finais, conforme havia feito na proposição da denúncia, pela condenação de ambos. I.S.M, entretanto, foi julgado em separado, porque ficou demonstrado no correr do processo que foi ele o mentor intelectual da farsa e teria, entendeu o juiz Geraldo Fidelis, induzido a então companheira.

O objetivo dele era criar documentos falsos para colocar a mão no dinheiro que ele soube, utilizando-se da confiança da vítima, que ela teria esse dinheiro para receber devido ao fato de ser funcionária pública e ter um dinheiro de restituição, referente aos muitos planos econômicos do país, a receber. Tudo teria dado certo se fosse baseado somente na confiança da funcionária aposentada da Seduc (Secretaria Estadual de Educação), mas eles estavam em Rondonópolis (distante 220 quilômetros de Cuiabá).

I.SM achou melhor tentar sacar em Cuiabá, pois ainda precisava de mais documentos falsificados. O gerente da agência da cidade estranhou o movimento.

A partir daí, a PJC (Polícia Judiciária Civil) iniciou uma investigação e veio acompanhando os passos do casal desde então. Acabaram detidos numa agência do Banco do Brasil em Várzea Grande.

À época, D.D.M tinha então 56 anos e I.S.M 53. A senhora foi utilizada para se fazer passar pela servidora aposentada.

Em mãos, a procuração falsa onde ela dizia que a professora hoje falecida havia passado aos dois realizarem o saque. Agentes da Defaz deram a voz de prisão após serem acionados pela AGE (Auditoria Geral do Estado), que já tinha em mãos a denúncia feita pelo gerente do BB de Rondonópolis.

O dinheiro, entretanto, só não foi sacado porque o CPF da servidora estava suspenso e o bancário da terceira maior cidade de Mato Grosso desconfiou e repassou a denúncia à AGE. Com a recusa em Rondonópolis, eles vieram para Várzea Grande e lá tentaram abrir uma conta conjunta para transferir os R$ 106 mil.

A delegada que cuidou da situação na época, Liliane Murata, disse que para conseguir a procuração, autenticada em cartório, o estelionatário confeccionou uma carteira falsa de trabalho e CPF, com os dados verdadeiros da servidora pública, mas com foto da mulher, que se passaria por ela. I.S.M morava aqui na capital, no bairro Poção.

Lá, foram encontrados um computador com programa para falsificação e várias fotos, uma pasta com vários documentos e certidão de nascimento falsa. O casal foi autuado, à época, pelos crimes de tentativa de estelionato e uso de documentos falso.

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho