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Ocupações do MST caem pela metade no 1º ano do governo Bolsonaro

Ocupações do MST caem pela metade no 1º ano do governo Bolsonaro

  • 25/01/2020
  • Poder 360

Número reduziu 52% em 2019

Foram feitos 12 acampamentos

 

MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) informou ao Poder360que foram contabilizadas 12 ocupações de terra ao longo do ano passado. Em 2018, foram 25. Ou seja, queda de 52%.

Poder360 havia apontado essa tendência de redução ao longo do ano de 2019. Com o começo do governo Jair Bolsonaro, o movimento tem recuado em suas ações no campo. O presidente é crítico ao MST e já sugeriu em defini-lo como “grupo terrorista”.

João Pedro Stédile, membro da direção nacional do movimento, disse em setembro que o recuo é consequência do fato de que as pessoas têm agora baixa expectativa de conseguir ganhar terras por meio de ocupações. “Quando percebem, pelas forças políticas que estão no governo, que o Incra tá praticamente fechado, que não tem perspectiva nenhuma de ele dar uma recuada.”

Bolsonaro comemorou essa redução do MST via Twitter em dezembro de 2019. “A propriedade privada é sagrada. O Estado tem o dever de preservá-la”, escreveu na época.

O MST surgiu em 1984 quando foi realizado o 1º encontro do grupo em Cascavel, no Paraná. Atualmente está organizado em todas as regiões do país. No total, há cerca de 350 mil famílias membros do movimento. Defende uma ampla reforma agrária no Brasil e melhores condições de produção no campo.

Trinta e cinco anos após sua fundação, divide opiniões. Grupos ligados à fazendeiros os acusam de “invasores de terra”.

Outros segmentos os defendem. O movimento é ligado à esquerda e ao petismo. Atualmente faz oposição ao governo Bolsonaro, que foi eleito com a promessa de dar “ordem no campo”.

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho