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Brasileiro percorre em média 72 km para receber atendimento médico

Brasileiro percorre em média 72 km para receber atendimento médico

  • 08/04/2020
  • R7

Dados foram divulgados pelo IBGE para auxiliar cidades e estados a planejarem suas medidas de enfrentamento ao covid-19

 

Um levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostra que o brasileiro percorre, em média, 72 km para receber atendimento médico básico em serviços de saúde no país (veja vídeo com mapa do fluxo de pessoase 150 km para passar por cirurgias e procedimentos avançados.

Este dados sobre o deslocamento da população para receber atendimento em serviços de saúde de baixa e média complexidade foram divulgados pelo IBGE e fornecidos para a Fiocruz, para auxiliar estados e munícipios a planejarem sua rede de atendimento de saúde no combate a covid-19.

Estes serviços de baixa e média complexidade incluem consultas médicas e odontológicas, exames clínicos, serviços ortopédicos e radiológicos, fisioterapia e pequenas cirurgias, dentre outros atendimentos que não impliquem internação, e contemplariam a procura por casos iniciais suspeitos do novo coronavírus.

“Se uma cidade tem um hospital regional, isso significa que ele não atende somente pacientes do município onde está localizado, mas também das cidades vizinhas. Os dados dessa pesquisa ajudam a dimensionar o impacto disso na saúde. Daí a importância de sabermos como as pessoas se deslocam no território das cidades”, explicou Claudio Stenner, coordenador de Geografia do IBGE.

Segundo os dados, Manaus, a capital do Amazonas, é a cidade que recebe pacientes que precisam percorrer as maiores distâncias, que chegam, em média, em média, 418 km, e é uma das cidades onde o sistema de saúde ficou mais saturado devido ao aumento no número de casos da doença.

Já Goiânia (GO) é o município que atende pacientes do maior número de cidades, são 115 no total, e Santa Catarina é o único estado onde ocorrem deslocamentos médios inferiores a 40 km, os menores do país, com destaque para o município de Chapecó.

 

Ajustar a demanda para casos de covid-19

 

Estas informações sobre o fluxo de pessoas em busca de atendimento médico foram divulgadas pelo IBGE, para que estados e cidades de todo o país possam analisá-los, cruzá-los com outros dados do sistema de saúde local, e planejar melhor suas ações de enfrentamento e atendimento de casos do novo coronavírus.

“É possível identificar, por exemplo, municípios onde podem ocorrer superlotação das unidades de saúde. Os órgãos poderão correlacionar com a quantidade de respiradores e verificar pontos no território menos assistidos, julgando necessária a instalação de pontos de atendimento. São inúmeras as possibilidades de uso dos dados”, afirmou Bruno Hidalgo, gerente de Redes e Fluxos Geográficos do IBGE.

 

150 km para fazer uma cirurgia

IBGE

 

Os dados divuglados mostram ainda que o brasileiro precisa percorrer 150 km, em média, mais que o dobro da distância dos atendimentos de baixa e média complexidade, quando precisa de atendimento de saúde de alta complexidade, como grandes cirurgias, ou exames especializados como ressonância magnética e tomografia e tratamentos de câncer.

Segundo o IBGE, na região sul e sudeste, essa distância é de em média de 100 km, já que estes atendimentos estão espalhados em cidades pólos que são referência em saúde.

Roraima e Amazonas apresentaram as maiores médias de deslocamento para estes tratamentos mais complexos, com distâncias percorridas de 471 e 462 km, respectivamente.

Já a menor média, ainda segundo os dados, é no Rio de Janeiro, com 67 km, onde a capital divide o fluxo de pacientes com as cidade de Campos de Goytacazes, Volta Redonda e Itaperuna.

 

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho