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Físicos e biólogos pesquisam medicamentos contra a COVID-19

Físicos e biólogos pesquisam medicamentos contra a COVID-19

  • 24/06/2020
  • Ministério da Educação

Além da vacina para a prevenção à COVID-19, descobrir medicamentos que possam auxiliar no tratamento da doença causada pela novo coronavírus se transformou em um desafio para a ciência.  Pesquisadores correm contra o tempo em busca de tratamentos eficazes. Na Universidade Federal de Goiás (UFG), estudantes e professores da pós-graduação dos institutos de Física e Biologia entraram nesta corrida.

 

Na Física, o trabalho vai ajudar no desenvolvimento de fórmulas farmacêuticas com o uso da nanotecnologia, que manipula o material de pesquisa numa escala atômica e molecular. “Vamos caracterizar e obter informações sobre a interação desses medicamentos em sistemas biológicos e se vão interferir no sucesso de sua administração em pacientes”, descreve Sebastião Mendanha, professor e pesquisador da pós-graduação. O estudo é realizado em parceria com a Faculdade de Farmácia de UFG.

Na avaliação do professor, essa formulação, que ainda não pode ser revelada pois será patenteada, além da COVID-19, tem potencial de se ajustar ao tratamento de outras doenças virais que atingem os brasileiros. “É um novo tipo medicamento, que pretende ser acessível à população. Toda a equipe tem muita experiência em seus campos de trabalho. Vamos reunir este conhecimento para desenvolver essa formulação. A expectativa é de termos um produto no mercado, protegido intelectualmente, assim que possível”, afirma Mendanha.

Compreender a ação da COVID-19 no organismo humano e contribuir na análise sobre os efeitos da hidroxicloroquina fazem parte dos quatros projetos de pesquisas que começam a ser analisados no Instituto de Biologia da UFG. “Em um eixo do trabalho queremos entender a alterações no sistema biológico em uma enzima receptora do vírus que entra na célula; no outro, ajudar a esclarecer a ação da hidroxicloroquina no coração de pessoas obesas”, informa Carlos Henrique de Castro, coordenador da pós-graduação em Ciências Biológicas.  Os alunos que participarão do estudo já foram selecionados.

Com o apoio da Coordenação de Apoio de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), no Programa de Combate a Epidemias, os cursos receberam cinco bolsas de mestrado e doutorado. Para o coordenador da Biologia, “qualquer estudo que aumente o conhecimento dessa pandemia, que nos afeta agora, vai trazer informações para facilitar, melhorar o tratamento e trazer possíveis curas. O investimento nessas áreas mostra claramente a importância da pesquisa para o desenvolvimento de tratamentos e para facilitar o diagnóstico para essa doença”.

Na visão de Andris Bakuzis, coordenador da pós-graduação de Física da UFG, os programas específicos para atender as demandas nacionais, com o de Combate a Epidemias, são de extrema relevância. “A universidade tem o potencial de desenvolver pesquisas que atendam a esse aspecto urgente. Os físicos conseguem, por exemplo, observar o vírus da COVID-19 usando técnicas de microscopia eletrônica e de ressonância magnética que permitem que se estude a interação de moléculas e se responda a questões como a utilidade de um determinado fármaco para a terapia de alguma doença específica”, argumenta.

 

Programa de Combate a Epidemias

 

Iniciado em março, o Programa é um conjunto de ações de apoio a projetos, pesquisas e formação de recursos humanos para enfrentar a COVID-19 e estudar temas relacionados a endemias e epidemias. Duas dimensões estruturam o Programa: Ações Estratégicas Emergenciais Imediatas e Ações Estratégicas Emergenciais Induzidas em Áreas Específicas. No total, serão concedidas 2,6 mil bolsas e investimento de R$ 200 milhões ao longo de quatro anos. 

 

Confira no Programa de Combate a Epidemias os detalhes do três editais:
CAPES - Epidemias - Edital nº 09/2020
CAPES – Fármacos e Imunologia - Edital nº 11/2020
CAPES – Telemedicina e Análise de Dados Médicos - Edital nº 12/2020

(Brasília – Redação CCS/CAPES)
A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura CCS/CAPES

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho