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Escolas investem em energia soltar em MT

Escolas investem em energia soltar em MT

  • 29/06/2020
  • Folhamax

Este ano, com raras exceções, grande parte das empresas foi fortemente impactada pelos efeitos da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) e pelo decreto de calamidade pública. As instituições de ensino fazem parte do grupo de empreendimentos afetados, pois com a recomendação de distanciamento social as aulas foram suspensas no fim de março e assim continuam até hoje.

Com as receitas em queda, algumas escolas da Baixada Cuiabana precisaram diminuir seus custos, e uma das soluções encontradas foi o investimento em energia solar. Além da economia na fatura mensal, a instalação dessa fonte de geração elétrica nas escolas terá um efeito pedagógico. Ao verem na prática o funcionamento de um sistema de produção de energia limpa e eficiente, os alunos percebem que a sustentabilidade não é apenas possível como também é financeiramente interessante.

É nisso que acredita o tradicional Colégio Ibero Americano, de Cuiabá, que com mais de 30 anos de fundação decidiu adotar o uso da energia solar em suas instalações. A instituição de ensino da família do judoca David Moura fechou contrato com a empresa Enerzee, que construirá duas usinas de energia solar em um espaço no município de Chapada dos Guimarães indicado pelo colégio.

David Moura conta que teve a ideia de investir em energia solar durante uma viagem à Alemanha. “Estava saindo do centro de treinamento para o aeroporto e durante o trajeto vi muitas fazendas de energia solar. Foi então que propus a instalação na instituição da nossa família”, conta.

“Acreditamos que energia é uma preocupação mundial. E sabemos que comparado à Alemanha, por exemplo, o Brasil está muito atrás em energia sustentável. Então resolvemos investir pela economia financeira e para dar exemplo e motivar outras empresas a fazerem o mesmo. Resolvemos seguir o exemplo desses países mais desenvolvidos”, explica David Moura.

O projeto já está em fase de construção, com previsão de ser entregue nos próximos meses. Possui 800 placas solares com capacidade para produzir até 34.000 kWh/mês, suficientes para abastecer aproximadamente 100 residências. Segundo ele, a instalação do sistema para abastecer o colégio trará uma economia de aproximadamente R$ 60 mil por ano somente com a conta de energia.

Já em Várzea Grande, a Escola Céu de Papel já recebeu recentemente um sistema de produção de energia solar, também entregue pela Enerzee. O equipamento composto por 36 módulos entrega até 1.500 kWh/mês de energia e oferece uma redução de mais de 90% na conta mensal.

A empresária Gonçalina Vitalino, proprietária e diretora da escola, afirma que desde o ano passado já pesquisava sobre os benefícios da energia solar e este ano, por conta dos custos, optou pela troca da fonte de energia.

“Mesmos sem recebermos os alunos nos últimos meses, a conta de energia veio alta, um valor que é praticamente custo mensal da instalação da energia solar. Assim, a decisão foi fácil de tomar. Agora, além de produzirmos nossa própria energia poderemos oferecer aos nossos alunos um ambiente melhor para quando voltarem as aulas”, afirma.

Sobre o crescimento na demanda das empresas pela instalação de sistemas de energia solar, o CEO da Enerzee, Alexandre Sperafico, afirma que essa é uma tendência natural para o futuro, quando residências, empresas e órgãos públicos poderão produzir sua própria energia, de forma limpa, sustentável e diminuindo custos.

“A energia fotovoltaica em escolas se tornou algo cada vez mais comum no Brasil. A sociedade já compreendeu os benefícios alcançados com a utilização da energia solar. A iniciativa tem como objetivo principal a redução de custos com o consumo de energia elétrica e também a contribuição com a preservação do meio ambiente fomentando a educação ambiental para crianças e adolescentes que têm o contato direto com um exemplo prático de sustentabilidade”, explica.

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho