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Gêmeas entregues à adoção em São Paulo procuram mãe biológica no Pará

Gêmeas entregues à adoção em São Paulo procuram mãe biológica no Pará

  • 20/04/2021
  • Folha do Progresso

Maria Juliana confirmou na tarde desta terça-feira (20) para o Jornal Folha do Progresso que procura pela mãe biológica, que foi moradora de Castelo dos Sonhos no Pará. (Foto:Via WhatsApp)

O desejo de encontrar a mulher que a trouxe ao mundo surgiu há pelo menos 20 anos e, para que isso possa ocorrer, Maria Juliana conta com a ajuda de todos das redes sociais e deixa  o contato (abaixo) para  receber informações.

Irmãs gêmeas, Juliana e Maria Amélia nasceram na véspera do Natal de 1980, no Hospital e Maternidade Santa Joana, em São Paulo, e dois dias depois foram entregues à adoção. Elas sabem que a mãe se chama Olga, era moradora da cidade de Castelo de Sonhos e na época do parto teria entre 25 e 30 anos. Olga teria deixado um filho com a mãe em Castelo de Sonhos, quando mudou-se para São Paulo para tentar uma vida melhor. Em São Paula Olga trabalhou como faxineira na Avenida Paulista no Banco Unibanco única agência bancária existente no bairro no final da década de 1970.

Meu pai fala que que esta minha irmã na foto a segunda atrás de mim é a cara da minha mãe, “meu pai fala que é idêntica”, disse  Juliana para o Jornal Folha do Progresso.

Sem condições financeira Olga entregou as gêmeas para doação, recém-nascidas foram levadas para a cidade de São Roque, no interior do Estado, onde o casal morava. Não mais ouviram falar da mãe biológica, até que, quando tinham três anos, a mãe adotiva revelou que eram apenas “filhas do coração”. Ela alegou que Olga havia morrido, fake news que as magoa até hoje.

 

“O Pai adotivo argumentava para as filhas que a mãe teria vindo do Maranhão”.

Até que contou a verdade que a mãe era do Pará moradora de Castelo de Sonhos.

 

Entenda

 

Foi após uma briga com a mãe adotiva de Juliana e Amélia que uma tia resolveu contar-lhes a verdade. “Tínhamos 13 anos, chorei e sofri muito, e desde então comecei a procurá-la”, lembra Juliana. “Eu nunca vou desistir, é como se faltasse uma peça no quebra-cabeça”, ela compara.

“Oro todos os dias por ela e meu primeiro pensamento é: será que ela está bem, será que está viva? No almoço, penso: será que ela tem o que comer? Muitas vezes, vem o nó na garganta e não consigo terminar a refeição. E à noite oro pra ela nunca nos esquecer e, apesar de tudo, ser feliz”, deseja.

Juliana começou a namorar aos 14 anos com um homem de 25 e enfrentou momentos parecidos com os da mãe. Engravidou aos 17, o pai adotivo não aceitou e exigiu que deixasse a casa. Ela foi morar com o namorado, com poucos recursos financeiros, e conheceu uma realidade diferente da que viveu até ali. Mas era consciente de que só o estudo e muito trabalho iriam mudar aquela situação. Foi o que fez.

Outro momento traumático de Juliana foi a morte do companheiro, aos 32 anos, durante uma tentativa de roubo ao carro da família. Com ajuda da mãe adotiva, ela se dedicou aos estudos, fazendo o curso técnico de enfermagem, faculdade de fisioterapia, pós-graduação e MBA. Casou-se, teve mais uma filha, mas a falta da mãe biológica é sentida a todo instante. “Tenho uma família abençoada, esposo e duas filhas, casa e carro, mas não consigo ser feliz completamente”, observa Juliana, que é supervisora administrativa em uma empresa na Grande São Paulo.

Quem tiver informações sobre o paradeiro de Olga pode ligar para Juliana: 11-99683-1564.

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho