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Bebê espancado pelo pai em São Fidélis, RJ, recebe alta após dois meses internado

Bebê espancado pelo pai em São Fidélis, RJ, recebe alta após dois meses internado

  • 10/06/2021
  • G1

Recebeu alta nesta quarta-feira (9) o pequeno Dominick, de apenas quatro meses de idade. Ele passou a maior parte da curta vida internado em um hospital em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, depois de ser agredido pelo próprio pai em São Fidélis.

A motivação do crime, segundo depoimento do pai à polícia, teria sido porque o bebê não parava de chorar. Os pais foram presos no mesmo dia em que o recém-nascido deu entrada no hospital. O pai vai responder por agressão e a mãe por omissão.

Dominick chegou a ficar em estado grave, intubado, mas conseguiu se recuperar após 2 meses.

O tio do bebê, Agnaldo Rangel, acompanhou a recuperação de Dominick e mantinha todos informados pelas redes sociais depois que o caso ganhou repercussão. Os familiares contam que a notícia da agressão chegou para eles com um misto de espanto e revolta.

"Chegando no hospital encontrei com ele na maca, dentro da ambulância gemendo muito. Aí eu fui entender a situação. Os pais estavam na delegacia e ele tava indo pra Campos porque já tava com muitas lesões, mordidas, afundamento de crânio", disse Agnaldo.

A cada nova conquista na luta do bebê pela vida, Agnaldo publicava uma mensagem nas redes sociais. Com a repercussão do caso, uma corrente do bem se formou pela recuperação do Dominick.

"O possível a gente faz. O impossível é só com Deus mesmo. Eu comecei a pedir orações na redes sociais e as pessoas abraçaram a causa, começaram a mandar mensagem falando que estavam orando junto. Eram pessoas de igrejas, de outras cidades e até de outros países. Aquilo me deu um força tão grande que eu me vi na gratidão de dar o retorno pra eles todos os dias falando como ele (bebê) estava", contou o tio.

 

Violência deixou sequelas

 

Enquanto lutava pela vida, Dominick passou por várias cirurgias e chegou a perder um dos rins. Foram 68 dias no hospital, 55 deles na UTI. Depois de tanta angústia e espera da família, o bebê voltou para casa e vai ficar sob os cuidados dos avós e dos tios.

 

Uma das tias disse que está entrando na fila para conseguir a guarda da criança.

"O Conselho Tutelar conversou comigo e eu falei que queria ficar com a guarda dele. Eu já estou com um advogado pra ver esse processo certinho. A minha esperança é que eu vou ficar com ele", disse a tia Jaesia de Souza, que é técnica de enfermagem.

Mesmo em casa, Dominick ainda vai precisar passar por um longo processo de recuperação. Apesar de ter quatro meses, ele tem peso equivalente ao de um recém-nascido. Além disso, ele vai passar por sessões de fisioterapia.

A família também vai ter trabalho para evitar que a violência atrapalhe o desenvolvimento do bebê. A psicóloga Edjani Antunes diz que é importante a partir de agora fazer com que a criança se sinta acolhida.

"Uma criança que passou por uma situação dessa precisa de carinho, de atenção, de contato físico. Isso é importante pra todos. Mas é preciso ter também o cuidado pra que não haja a superproteção. Com a superproteção a gente sufoca e impede o prorprio desenvolvimento da criança", disse a psicóloga.

No que depender da família, Dominick não vai sofrer nunca mais.

"Eu espero que seja só felicidade. Eu sei que a vida tem problemas pra gente resolver, mas que ele tenha muita felicidade e que consiga digerir tudo isso e que transforme isso em coisas boas pra ele", deseja o tio Agnaldo.

 

 

"Na vida dele nós vamos dar muito amor e carinho que ele não teve, mas vai ter com a gente", completa a tia Jaesia.

 

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho