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UFMT deve parar dia 15 e assembleias definem hoje manifestações contra cortes

UFMT deve parar dia 15 e assembleias definem hoje manifestações contra cortes

  • 09/05/2019
  • RD News

Alunos, professores e técnicos da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) devem aderir à paralisação nacional, no dia 15 de maio, contra o congelamento e cortes na Educação anunciados pelo Ministério da Educação. As entidades sindicais dos docentes e servidores administrativos vão definir nesta tarde desta quinta (9), em assembléias próprias, se vão protestar contra a medida do Governo Federal. A previsão é que as reuniões começam por volta das 14h.

Nesta quarta (8), a reitora Myrian Serra chamou os representantes da comunidade acadêmica e fez um resumo da reunião que teve com o ministro da Educação, Abraham Weintraub. Segundo a diretora de imprensa da Adufmat, professora Lélica Lacerda, o gestor reiterou que o ensino superior não é prioridade para o governo. “Muito menos o ensino superior público e que a expansão de vagas no ensino superior vai ser feita através das universidades privadas”, relata.

A Pró-reitoria de Planejamento (que cuida do orçamento da instituição) apontou que consegue manter os serviços até julho ou agosto. A partir daí, a falta de repasses pode ocasionar uma paralisação das atividades e os campi podem vir a ter contratos, como de segurança, limpeza e até a alimentação dos estudantes no Restaurante Universitário, encerrados por falta de pagamento.

“A universidade já estava com dificuldade de cumprir o pagamento de algumas empresas, como água, luz, terceirizadas, e essa dificuldade vai aumentar por que esses cortes são justamente nessas despesas e a própria Reitoria anunciou que, não havendo reversão nesse 30% de corte, fica inviabilizada para terminar o próximo semestre talvez não inicia o próximo semestre”, relata a professora.

“Com esses cortes, a UFMT pode deixar de executar importantes atendimentos no Hospital Universitário, no Hospital Veterinário, nos cursinhos preparatórios para o ENEM, a exemplo do Pró-Enem e diversos outros, além de suas pesquisas nas mais diversas áreas de conhecimento, sobretudo, nas áreas sociais e de saúde”, informa o DCE em publicação no Facebook.

Se aprovadas pelos dois sindicatos, a paralisação também vai engrossará um movimento nacional de protestos organizados por estudantes e professores ao redor do país. Chamada da Greve Nacional da Educação, o ato planeja o dia em que todos os trabalhadores da educação – da esfera municipal a federal – parem as atividades. Eles protestam contra o desmonte da educação, reforma da previdência e o que consideram como ataques a classe.

No dia da paralisação também está previsto um ato em defesa da educação, às 14h, na Praça Alencastro, que fica no Centro da Capital. Em Mato Grosso, além de Cuiabá, as manifestações devem ocorrer nas cidades onde a UFMT tem campi, como em Barra do Garças, Rondonópolis e Sinop. O protesto deve reunir ainda professores, técnicos e alunos do ensino básico e médio rede estadual e municipal, além do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho