Hoje: 23/07/2019
    Horas: 00:00:00
×
Juiz condena faculdade a indenizar professora em R$ 389 mil por humilhações e demissão injusta em MT

Juiz condena faculdade a indenizar professora em R$ 389 mil por humilhações e demissão injusta em MT

  • 13/05/2019
  • Olhar Direto

O juiz do trabalho substituto Alex Fabiano de Souza, da 3ª Vara do Trabalho de Várzea Grande, condenou a Faculdade de Cuiabá (Fauc), Faculdades Integradas Desembargador Sávio Brandão (Fausb), Faculdade Aum e Faculdade Cândido Rondon (FCR), todas do mesmo grupo econômico, a indenizar em R$ 389.171,43 uma professora que se disse humilhada, demitida injustamente e que tem valores a receber.

A ex-funcionária entrou com uma ação contra as faculdades pedindo a rescisão indireta do contrato de trabalho, o pagamento de verbas rescisórias, diferenças salariais, indenização por danos materiais e morais, horas extras, liberação do FGTS com multa e entrega das guias para habilitação no seguro-desemprego.

Ela alegou ter sido vítima de perseguição por parte da diretoria administrativa e que isso prejudicou sua saúde. Ela agora sofre de lombociatalgia (nevralgia ciática associada a dores lombares), e também de depressão grave.
 
O juiz analisou os vários pedidos da vítima, indeferindo alguns e identificando 15 pagamentos, entre indenizaçõs e valores devidos, que o grupo econômico deve fazer à ex-funcionária, totalizando a quantia de R$ 389.171,43.
 
A requerente alegou que, durante o vínculo empregatício, pelo terror psicológico sofrido, foi acometida de doença ocupacional denominada Síndrome de Burnout. O juiz entendeu que o laudo pericial constatou o nexo causal direto entre os eventos e condenou o grupo a indenizá-la.

A professora também relatou diversos pagamentos que não foram feitos e diferenças salariais não quitadas, pedindo também indenização por danos morais por causa de um cheque que recebeu da empresa, que retornou.
 
O juiz verificou que de fato a empresa deve alguns pagamentos à ex-funcionária, que a demissão foi culpa da empresa e entendeu que ficou comprovada a humilhação que ela sofreu, resultando em problemas de saúde. Ele então condenou o grupo econômico das faculdades a indenizar a requerente.

    Compartilhar:

Patrocínio

Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho