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Fim das coligações para vereador põe fim às frentinhas e dificultará a majoritária

Fim das coligações para vereador põe fim às frentinhas e dificultará a majoritária

  • 13/05/2019
  • RD News

Com o fim das coligações para as candidaturas proporcionais, que passa a valer nas eleições do ano que vem, os partidos se preparam para enfrentar um dos pleitos que deverá ter o maior número de candidatos da história. Isso porque, sem as coligações para os vereadores, as siglas planejam fortalecer seus candidatos com fortes nomes na disputa para o Poder Executivo. Com a mudança na legislação também acabou a era das frentinhas, que até as últimas eleições, em 2018 foi a estratégia de sobrevivência para os partidos nanicos.

Para o presidente regional do PSD, Carlos Fávaro, trata-se de uma vantagem, mas vai impor o desafio aos partidos para que tenham candidatura própria para prefeito. “Os que não conseguirem candidaturas bem estruturadas para prefeito, vão ter dificuldades para fazer vereadores”.

Fávaro avalia ainda que as novas regras eleitorais dificultarão a ação dos chamados “caciques” partidários, que se aproveitavam das frentinhas para se eleger ou eleger os nomes considerados fortes de suas siglas em detrimento da votação recebida pela coligação com outros partidos pequenos.

“Os partidos menores vão perder força, porque não vão conseguir trabalhar”

Aditon Sachetti

Para o presidente regional do PRB, ex-deputado federal Adilton Sachetti, a mudança nas regras eleitorais trará dificuldades para a formação de coligações para prefeitos. “Como são 36 partidos aptos para disputar a eleição, teoricamente, muitos partidos vão ficar sem formação de chapa. Os partidos menores vão perder força, porque não vão conseguir trabalhar”.

Sachetti avalia que, para conseguir se sobressair nas próximas eleições, o PRB, que é considerado um partido pequeno, já se está se articulando por meio do fortalecimento dos diretórios. “Não vamos ter candidatura em todos os municípios, vamos focar nos principais municípios”, explica.

Para a ex-candidata ao Senado em 2018, professora Maria Lucia Cavalli Neder, que é uma das principais lideranças do PcdoB, os partidos vão ter que se reconfigurar para se manter no cenário eleitoral. “Agora é hora do trabalho de convencimento, alinhamento com as bases”.

“Os que não conseguirem candidaturas bem estruturadas para prefeito, vão ter dificuldades para fazer vereadores”

Carlos Fávaro

Outro fator que deverá ser um diferencial, na visão de Maria Lucia, é a tradição partidária. “Meu partido é pequeno, mas é de tradição de luta pelo trabalhador. Estamos analisando a perspectiva futura. Mas vamos continuar firmes em nossa defesa de luta. Somos pequenos, mas somos determinados. Temos clareza de nossa proposta social. Em princípio estamos muito firmes”.

Para o senador Jayme Campos, que é uma das principais lideranças políticas do DEM, o fim das coligações não impacta em nada nas eleições do ano que vem. “Via de regra, o majoritária tem o poder de convencimento”. Nesta linha, ressalta que a figura do vereador é bastante importante, na arte de pedir votos, mas ressalta que a manutenção da coligação na majoritária e o poder de convencimento ajudam os candidatos a prefeito.

Sobre as articulações do DEM, ressalta que a ideia é lançar candidatos no maior número possível de cidades e destaca Várzea Grande e Cuiabá entre as prioridades. Evita, entretanto, falar sobre nomes sob justificativa de que ainda é muito cedo. Entre os cotados está Eduardo Botelho e o presidente estadual da legenda Fábio Garcia. “Temos que ver porque temos muitos aliados. E mesmo que não seja do DEM, podemos apoiar. Vamos aguardar, pois tudo ainda é muito precoce”, desconversa.

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho