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MT: Prefeitura erra no projeto e empresa constrói muro em cima da rua

MT: Prefeitura erra no projeto e empresa constrói muro em cima da rua

  • 15/05/2019
  • GC Notícias

Um muro de uma empresa construído em cima de uma rua pavimentada. Essa foi a imagem mostrada pelo vereador Luciano Chitolina (PSDB), no telão da Câmara de vereadores de Sinop na sessão de segunda-feira (13).

O GC Notícias foi buscar mais informações sobre esse fato curioso registrado no LIC Sul (Loteamento Industrial e Comercial Sul) – um empreendimento aberto pela prefeitura de Sinop com o propósito de viabilizar terrenos para a instalação de novas empresas. O LIC Sul foi inaugurado em julho de 2015, com 220 lotes. Na época a prefeitura investiu cerca de R$ 7 milhões em pavimentação, drenagem, rede de energia elétrica com iluminação pública e rede de distribuição de água. O custo da infraestrutura acabou sendo rateado entre as empresas beneficiadas com o incentivo.

O caso mostrado pelo vereador foi na primeira quadra do LIC Sul, na Avenida Rotary esquina com a Rua Projetada 1. O terreno foi recebido pela empresa Radiadores Pacheco, que nesse momento está construindo sobre o imóvel. O muro, erguido há alguns meses, acaba avançando gradativamente para cima da pista pavimentada, chegando ao final da quadra a ultrapassar a faixa amarela, que marca a metade da rua. O erro, no entanto, não foi da empresa.

Segundo Paulo de Abreu, diretor do Prodeurbes de Sinop, houve uma confusão entre dois projetos de loteamento do LIC Sul. Um primeiro projeto havia sido feito, delimitando as vias do loteamento. Posteriormente, o Prodeurbes junto coma secretaria de Indústria e Comércio fez alterações na distribuição dos terrenos. Esse projeto alterado acabou sendo o “correto”, utilizado como parâmetro para registro no cartório e elaboração das escrituras de cada terreno.

Mas faltou avisar o departamento de obras. Quando a engenharia começou a projetar a pavimentação, acabou utilizando como referência o primeiro projeto do LIC Sul, sem as alterações. A licitação e a execução da obra seguiram os traçados das ruas antes da alteração definitiva. Quando a empresa começou a sua construção percebeu uma diferença entre os limites do seu imóvel na escritura e o traçado da rua. “O empresário entrou em contato com o Prodeurbes, fizemos a medição in loco e constatamos o deslocamento. Refizemos a demarcação de acordo com os dados da matrícula do imóvel e autorizamos o empresário a avançar com a construção do muro sobre a rua”, explica o diretor do Prodeurbes.

Segundo ele, o “erro” se repete na quadra de baixo, em um terreno que ainda não foi construído. Para reparar a falha, a prefeitura deve refazer o traçado na rua. Mas tem um problema. Do outro lado da via existe um poste, com uma rede de alta tensão. No traçado “correto” da via, esse poste acabaria ficando no meio da rua. E, para mudar o poste de local, é preciso que a concessionária de energia Energisa faça a alteração. Somente a empresa pode mexer na rede de alta tensão. “Era um problema simples de se resolver, mas que acabou se complicando”, comenta Abreu.

A Energisa cobra pela alteração da rede de alta tensão e só executa esse tipo de obra mediante agendamento. Depois disso, a correção do traçado da estrada deve ser feito pela Secretaria de Obras, sem data definida.

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho