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MG:  Professora é condenada por amarrar aluno de 4 anos em cadeira

MG: Professora é condenada por amarrar aluno de 4 anos em cadeira

  • 17/05/2019
  • TV Record Minas

Justiça determinou que a educadora e a escola paguem uma indenização de R$ 6.000 para a família da criança; caso aconteceu em Boa Esperança (MG)

Uma professora e uma escola municipal foram condenadas a pagar uma indenização de R$ 6 mil à família de um ex-aluno de Boa Esperança, a 300 km de Belo Horizonte. A criança teria sido amarrada pela mulher a uma cadeira, dentro da sala de aula. À época. o garoto tinha quatro anos.

O fato aconteceu em 2015. Claudia Rosa da Silva, mãe da criança, conta que quando descobriu o que havia acontecido, foi imediatamente à escola. 

— Foi perguntado pra ele na frente da professora, e ele confirmou que ela tinha o amarrado.

Segundo a dona de casa, depois do ocorrido, o filho não conseguiu voltar às aulas e perdeu o ano letivo.

Depois de participar de várias reuniões, a mãe do menino perdeu a esperança de algo fosse feito e decidiu procurar a Justiça. Ela entrou com um processo contra a professora e contra a escola. Quatro anos depois a sentença: o juiz entendeu que a professora agiu de forma agressiva e determinou o pagamento de uma indenização.

A professora e o município foram condenados a pagar R$ 6 mil. O valor deveria ser pago pelos dois reús. Com o recurso da defesa, o processo foi para segunda instância.

 

Provas

Segundo o advogado da família, Jorge Luis de Carmo, as atas das reuniões que aconteceram na escola foram usadas como provas. Em uma delas, a diretora do colégio afirma ter advertido verbalmente a professora em situações anteriores, porque, segundo ela, a mulher estaria agindo de forma muito dura com os alunos.

A diretora ainda teria sugerido que a professora procurasse um auxílio médico. O relato do pai de um outro aluno, que também teve as pernas amarradas na cadeira, também foi usado como prova contra a educadora.

Na época, a prefeitura chegou a abrir um processo administrativo, mas a professora nunca foi afastada do cargo e o processo foi paralisado.

Pedro Coimbra, Secretário de Educação do município, afirma que a prefeitura ainda não foi notificada da decisão judicial e, assim que for notificada, a Secretaria de Educação pode pedir a abertura do processo administrativo. A reportagem tentou contato com a professora, que não quis dar entrevista.

 

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho