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Índios de MT ganham prêmio da ONU por produção de óleo de pequi em aldeia

Índios de MT ganham prêmio da ONU por produção de óleo de pequi em aldeia

  • 11/06/2019
  • G1 MT



O prêmio será entregue em uma cerimônia, que deve ser realizada em Nova York. Grupo de índios é responsável pela produção de óleo de pequi na Terra Indígena Wawi, em Querência.

A associação indígena Kĩsêdjê (AIK), que representa índios de Querência, a 912 km de Cuiabá, foi vencedora do Prêmio Equatorial 2019, dado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para soluções de desenvolvimento sustentável locais e indígenas. A premiação é feita a cada dois anos.


Ao todo, a ONU recebeu 847 candidaturas de 127 países e premia apenas 22 desses projetos.

O prêmio será entregue em uma cerimônia, que deve ser realizada em Nova York, em setembro deste ano.

O grupo de índios é responsável pela produção de óleo de pequi na Terra Indígena Wawi e iniciou a produção depois de retomarem as terras, antes invadida por fazendeiros.

Em 2018, 6.200 hectares foram desmatados na região por fazendeiros, segundo dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes).


A Terra Indígena, homologada em 1998, fica na bacia do rio Pacas e foi recuperada com os plantios de pequizais, que produz alimento para a comunidade e gera renda sustentável.

No ano passado, a safra de pequi rendeu um recorde de produção para os Kĩsêdjê, com 315 litros do óleo. A época do pequi é entre outubro, novembro e dezembro.


As frutas são coletadas em mutirão pelos indígenas. Homens e mulheres se reúnem e enquanto alguns buscam em áreas próximas à aldeia, outros recebem e cortam o pequi, separam polpa e semente em grandes bacias de metal.

Em seguida o pequi é cozido rapidamente, despolpado e batido vigorosamente para extrair o óleo, que é posteriormente decantado por dias e filtrado antes de ser engarrafado.

Este ano a produção dos índios deve passar a ser exportada para uma empresa nos Estados Unidos.

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho