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Mulher doa o filho a casal de amigos, se arrepende e agora luta pela guarda em MT

Mulher doa o filho a casal de amigos, se arrepende e agora luta pela guarda em MT

  • 12/06/2019
  • RD News

Imagine uma mãe que após ter o filho resolve entregá-lo a um casal de amigos, por não ter condições de sustentá-lo. Dois anos depois, resolve que o quer de volta. O caso ocorreu em Nova Mutum (a 267 km de Cuiabá) e foi registrado no final da tarde desta terça (11), na delegacia da Polícia Civil da cidade, como ocorrências atípicas.

Segundo M. R. P., de 26 anos, mãe biológica, em 2017 ela passava por problemas psicológicos quando descobriu que estava grávida. Para complicar a situação, não teve apoio do pai biológico do menino. Segundo a mulher, o homem pediu, inclusive, que ela abortasse.

Diante da situação, ela resolveu doar de “forma informal” o menino para um casal de amigos, que hoje mora em Lucas do Rio Verde (a 330 km de Cuiabá). A criança foi registrada em nome de M. R. e do amigo. Ao longo desses anos, a mulher relata que sempre manteve contato com o casal e que conhece a criança apenas por fotos. A reportagem do  entrou em contato com ela, que aceitou contar sua história.

 “Quando engravidei estava com 24 anos e tinha acabado de retornar com meu ex-marido. Não era ele o pai e, diante disso, ele não aceitava a criança. Não tive apoio de ninguém. Foi aí que contei para esses amigos, e a esposa disse que ficaria com ele”, explicou.

 Quando o menino nasceu, o casal pegou o recém-nascido, os documentos de M. R., e foram registrá-lo. “Depois de quatro dias do nascimento, entrei em desespero, e pedia para ver o meu filho. Mas fui ameaçada pela minha amiga, que disse que não me devolveria o bebê. Com isso, mantivemos contato, mas só com o pai adotivo do meu filho, porque ela não aceitava me passar informações. Ele me mandava fotos dele escondido”.

Com o passar dos meses o casal mudou de numero e M. R. perdeu totalmente o contato, mas neste ano conseguiu o telefone da antiga amiga, que informou que o casal se separou e a criança ficou com o pai. “Ele é caminhoneiro e se casou novamente. Consegui falar com ele e disse que queria ver o meu filho. Não quero separá-los, mas quero meu filho perto de mim. E por isso fui buscar na Justiça".

Diante disso, a mãe biológica, que trabalha com diarista, procurou a Defensoria Pública para iniciar uma batalha judicial em busca do filho. “Tem apenas três semanas que consegui contato com o pai, por conta da ex. E expliquei para ele que quero meu filho comigo, perto de mim. Eu não vou tirá-lo dele. Sei que vai ser difícil de acostumar comigo. Conversamos e o pai adotivo se comprometeu em trazê-lo, mas ele me bloqueou e não trouxe”.

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho