Hoje: 15/06/2019
    Horas: 00:00:00
×
Projeto de Lei propõem prender quem mentir em currículo

Projeto de Lei propõem prender quem mentir em currículo

  • 12/06/2019
  • Edital Concursos



Proposto pelo senador Jorge Kajuru (PSB/GO), o novo Projeto de Lei visa penalizar profissionais que mentirem sobre sua formação educacional no currículo.

Um novo escândalo tomou conta das redes sociais e noticiários nos últimos meses: A mentira de pessoas públicas sobre dados inseridos em seus currículos. Esse é o caso do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, que informou que havia realizado um “doutorado sanduíche” com parte da formação na Universidade de Harvard.

Entretanto, o governador não saiu da Universidade Federal Fluminense (FF), muito menos do Brasil para ir cursar parte do doutorado. Além dele, Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente, também afirmou ser mestre em direito público pela Universidade de Yale. Porém, Salles não consta como aluno da instituição de ensino americana.

Porém, uma pesquisa realizada pela DNA Outplacement mostra que o ministro e o governador não estão sozinhos nessa. Ao analisar cerca de 6 mil currículos, a DNA chegou a conclusão que 75% dos brasileiros mentem em seus currículos sobre informações educacionais.

Projeto de Lei visa punir quem mentir no CV

Visando acabar com essa medida comum entre os brasileiros, o senador Jorge Kajuru (PSB/GO) propôs um novo Projeto de Lei. De acordo com ele, será estabelecido uma punição para quem mentir no currículo. O projeto propõe uma penalização com multa e reclusão por um período de dois a seis anos. No caso de servidores públicos, a pena deverá ser aumentada em um sexto do comum.

De acordo com Kajuru, o projeto de lei busca tipificar e criminalizar os cidadãos que se beneficiam de falsos títulos acadêmicos. A apresentação do falso documento pode ser mostrado, falado ou insinuado, com o intuito de gerar uma interpretação errada pela população.

Além disso, Kajuru ainda cita no projeto os casos nos quais candidatos mentem ou falsificam diplomas de determinados cursos para aumentarem suas chances de conseguir o cargo. Segundo o senador, é necessário que as regras sejam ainda mais assertivas no caso de mentira por servidores da administração pública.

Conhecimento empírico não substitui graduação

No documento, Jorge Kajuru afirma que o conhecimento empírico coletado por uma pessoa não substitui a conclusão de uma graduação em determinada área. “Por mais conhecimento empírico que uma pessoa tenha, ela não será graduado ou pós-graduado se não tiver cursado uma universidade capaz de habilitá-la para tanto”, afirma o senador.

Além disso, o senador ainda aproveita o Projeto de Lei para criticar profissionais que fazem uso do título de doutor sem possuir conclusão de algum doutorado. A afirmação cabe também para quem utiliza do título de mestre, visto que há uma injustiça com quem realmente fez um mestrado ou doutorado.

Para Kajuru, “A injustiça se faz presente quando equiparamos uma pessoa que tanto estudou, lutou e persistiu na obtenção de um título acadêmico com aquele que diz que tem, que diz que é e que diz que sabe”.


    Compartilhar:

Patrocínio

Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho