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Associação de caminhoneiros rejeita participar da greve geral

Associação de caminhoneiros rejeita participar da greve geral

  • 12/06/2019
  • Metropóles



Em nota, Abcam diz se preocupar com declarações de outras entidades e lideranças que se intitulam "representantes dos caminhoneiros"

Após reunião deliberativa com as lideranças de federações e sindicatos associados, a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) informou que não participará da paralisação agendada para a próxima sexta-feira (14/06/2019).

Na nota, a Associação diz que é importante destacar que a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística (CNTTL), entidade ligada à Central Única dos Trabalhadores (CUT), não tem nenhuma relação com os transportadores autônomos de cargas e, sim, com os trabalhadores das empresas de transporte e logística.

O grupo fala ainda sobre a preocupação com declarações de diversas entidades sindicais e lideranças que “se intitulam representantes dos caminhoneiros”. “A Associação espera que os profissionais que decidirem aderir à paralisação tenham plena consciência de suas reivindicações e não permitam ser manipulados e utilizados como massa de manobra para interesses alheios aos seus”, completa a nota.

Um ano depois
Há um ano, os caminhoneiros iniciavam uma greve histórica que paralisou o Brasil por dez dias e provocou desabastecimento no país. Faltou combustível nos postos e vários produtos sumiram das prateleiras dos supermercados. O resultado foi uma redução de quase R$ 48 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB) de 2018, uma ruptura na confiança e alta da inflação no período. Segundo os caminhoneiros, a situação “só piorou“.

Os protestos foram iniciados por caminhoneiros autônomos por causa da escalada do preço do óleo diesel, cuja política da Petrobras previa aumentos semanais. De abril para maio de 2018, o preço médio do litro subiu cerca de R$ 0,20 e alcançou R$ 3,62 – o que desencadeou uma sequência de bloqueios nas estradas de todo o país. A resposta do governo veio em forma de subsídio de até R$ 0,46 por litro do combustível e a criação da tabela do frete.


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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho