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Médico que chorou ao relatar situação de hospital em MT pede R$ 150 mil de indenização após ex-deputado chamá-lo de malandro

Médico que chorou ao relatar situação de hospital em MT pede R$ 150 mil de indenização após ex-deputado chamá-lo de malandro

  • 12/06/2019
  • G1 MT



À época, entidades ligadas à área da saúde repudiaram a ação de Gilmar Fabris e disseram que as lágrimas do médico representavam o desabafo de toda a categoria.

O médico Roberto Satoshi Yoshida ingressou com pedido de danos morais contra o ex-deputado Gilmar Fabris, que na tribuna da Assembleia Legislativa de Mato Grosso chamou o médico de mentiroso e malandro. A defesa do médico pede R$ 150 mil de indenização.

G1 tenta localizar a defesa de Gilmar Fabris.

Roberto, que em 2017 era diretor do Hospital Regional de Sorriso, a 420 km de Cuiabá, fez um desabafo durante uma entrevista, quando chorou ao falar sobre a precariedade na unidade de saúde por atrasos nos repasses por parte do governo do estado, inclusive com a falta de alimentos para servir aos pacientes.

Fabris, que fazia parte da base do então governador Pedro Taques, foi à tribuna e disse: "Esse malandro desse médico de Sorriso não foi demitido, não, aquele choro de traíra dele. Ele não recebeu salário porque não tinha certidão para receber".

De acordo com o advogado do médico, Silas do Nascimento Filho, o então deputado chegou a ser processado no Tribunal de Justiça, porque na época possuía foro privilegiado. Ele teria se defendido dizendo que tinha imunidade material, que diz respeito à liberdade que o parlamentar possui de se expressar por meio de suas opiniões, palavras e votos, estando prevista no artigo 53 da Constituição Federal. A imunidade em questão abrange a responsabilidade penal, civil, disciplinar ou política do parlamentar.

Mesmo assim, conforme o advogado, o médico Roberto Satoshi Yoshida foi ofendido publicamente, o que fere seus direitos de cidadão.

À época, entidades ligadas à área da saúde repudiaram a ação de Fabris e disseram que as lágrimas do médico representavam o desabafo de toda a categoria, que, "para poder levar atendimento para a população precisa diariamente enfrentar a falta de estrutura física dos estabelecimentos de saúde, a ausência de insumos básicos e de medicamentos essenciais, o atraso de salários e todas as demais consequências do sucateamento do Sistema Único de Saúde de Mato Grosso".



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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho