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Polícia de MT investiga desaparecimento de avião que sumiu após decolar de RO

Polícia de MT investiga desaparecimento de avião que sumiu após decolar de RO

  • 13/06/2019
  • G1 MT



Delegado à frente do caso informou que "segue fazendo diligências a fim de encontrar os ocupantes do avião". Família de um dos tripulantes pede agilidade nas investigações.

A Polícia Civil do Mato Grosso (MT) abriu inquérito para apurar o desaparecimento de duas pessoas após decolarem de Espigão D"Oeste (RO) em um avião de pequeno porte com destino a Fortaleza (CE). O piloto Haiub Cordeiro Júnior, de 38 anos, e o acompanhante, Joerli Silvares, de 34 anos, sumiram no dia 28 de abril e continuam desaparecidos.

A Força Aérea Brasileira (FAB) chegou a fazer buscas pelas vítimas na divisa entre o MT e o Pará, mas suspendeu os trabalhos sem encontrar qualquer vestígio do voo ou sinal dos tripulantes assim que o caso completou um mês.


Por telefone, o delegado à frente da apuração, Felipe Leoni, informou apenas que a polícia "segue fazendo diligências a fim de encontrar os ocupantes do avião" e não forneceu mais informações.

O que se sabe sobre o sumiço do avião:

  1. A aeronave de pequeno porte decolou de Espigão D"Oeste em 28 de abril, às 8h, com destino a Fortaleza.
  2. Haiub Cordeiro Junior era o piloto do avião; com ele também viajava Joerli Silvares, de 34 anos.
  3. A família diz que o piloto pretendia abastecer o avião em Redenção, no Pará. O último contato com os parentes foi ao meio-dia do dia 28 de abril.
  4. Ao notarem a falta de contato de Joerli, os parentes fizeram buscas por conta própria, quando alugaram um avião e sobrevoaram a região de Peixoto de Azevedo, no Mato Grosso (MT).
  5. Sem sucesso nas buscas, a família acionou a Força Aérea Brasileira (FAB) sobre o sumiço do avião.
  6. Há duas semanas as buscas foram suspensas temporariamente devido a um problema na aeronave da FAB.
  7. Na última semana as buscas pelo avião retornaram e ficaram concentradas na divisa do Pará e Mato Grosso.
  8. Sem encontrar pistas do avião, a FAB encerrou as buscas em 28 de maio.

Angústia familiar

Sem notícias desde então, familiares angustiados cobram da Justiça agilidade nas buscas. Esposa de Joerli, a acadêmica Keilla Casiano disse que a última mensagem que recebeu do delegado foi no dia 4 de junho.

Por meio de um aplicativo de mensagens no telefone, o delegado informou a ela apenas que a polícia estava trabalhando no sentido de solucionar o caso.

Nesse momento, o que a família mais deseja é que a quebra de sigilo telefônico de Joerli seja feito, isso porque apontará o último local onde o aparelho celular apresentou sinal de internet e ajudará a fazer uma limitação melhor às buscas e até uma nova pista para a FAB retomar as buscas. O pedido chegou a ser negado pela Justiça.

"Já tem mais de 20 dias que pedimos essa quebra de sigilo telefônico e até agora nada. Eu não entendo o motivo de tanta demora, tendo em vista que há duas pessoas desaparecidas. São dois seres humanos, que tem filhos, família. Nós estamos angustiados e precisamos de uma resposta", clama a esposa.

Segundo Keilla, sem auxílio dos órgãos públicos e suporte financeiro para procurar, a falta de informação tem sido angustiante.

"Nós temos duas filhas pequenas, minha filha de 10 anos a gente vê que ela sente muito a menor de dois anos chama muito pelo pai. Estamos vivendo a espera de um milagre, eu quero meu marido vivo ou morto e isso é um direito da família", desabafou Keilla.

Marli Silvaris é mãe de três filho, sendo que Joerli é o mais velho. Evangélica, ela conta que desde que tudo isso aconteceu, a única coisa que tem feito é orar, pois ainda tem esperança que o filho esteja vivo. Ela clamou por mais esforço da Justiça.

"É muito angustiante viver sem saber o que aconteceu com ele. Tudo que faço é pensando no meu filho, se está bem, se comeu, se está machucado. Joerli foi criado em sítio. Então tenho esperança que ele esteja vivo em alguma mata, esperando ser resgatado", acreditou.



"Nós temos duas filhas pequenas, minha filha de 10 anos a gente vê que ela sente muito a menor de dois anos chama muito pelo pai. Estamos vivendo a espera de um milagre, eu quero meu marido vivo ou morto e isso é um direito da família", desabafou Keilla.

"Estamos tendo dificuldades de comunicação, pois muitas vezes quando mandamos mensagens o delegado não responde e quando responde são superficiais", reclamou Keilla.

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho