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Professores rejeitam nova proposta do Governo e greve continua

Professores rejeitam nova proposta do Governo e greve continua

  • 12/07/2019
  • Mídia News

Profissionais exigem cumprimento da lei da dobra do poder de compra; Estado diz não ter como pagar

Os educadores de Mato Grosso rejeitaram a última proposta do Governo e decidiram manter a greve por tempo indeterminado. A decisão foi tomada em uma assembleia geral na tarde desta sexta-feira (12), na Escola Estadual Presidente Médici, em Cuiabá.

 

Os profissionais da Educação estão parados desde o dia 27 de maio.

 

Os servidores cobram o cumprimento da lei da dobra do poder de compra (Lei 510/2013), que dá direito a 7,69% a mais anualmente na remuneração durante 10 anos, bem como a Revisão Geral Anual (RGA). 

 

Além disso, o movimento grevista ainda exige o pagamentos dos salários que foram descontados durante a paralisação.

 

Na segunda-feira (8) houve uma audiência de conciliação entre o Governo e o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT).

 

Na ocasião, o Governo se comprometeu a pagar os pontos cortados em duas parcelas e também a realizar reuniões quadrimestrais com o sindicato a fim de comprovar a situação econômica do Estado até o enquadramento na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para, assim, dialogar sobre o pagamento da lei da dobra.

 

Atualmente, Mato Grosso gasta 58,55% de seu orçamento com folha de pessoal. O limite estabelecido na LRF é de 49%.

 

Em discurso, durante a assembleia, os grevistas afirmaram que não irão abrir mão cumprimento da Lei 510/2013, pontuando que esta é a principal exigência do movimento.

 

Proposta da AL

 

Na quarta-feira (10), o presidente da Assembleia Legislativa Eduardo Botelho (DEM) encaminhou ao governador Mauro Mendes (DEM) um ofício com uma proposta para reajuste dos salários dos professores a fim de encerrar a greve da categoria.

 

O documento, assinado por 18 deputados estaduais, sugere ao chefe do Executivo que conceda o aumento de forma escalonada. A primeira seria de 2,6% na folha salarial de agosto; a segunda, também de 2,6%, entraria na folha de novembro. Já a última, de 2,49%, em fevereiro do ano que vem.

 

Nesta sexta-feira (12), em resposta, o governador Mauro Mendes (DEM) afirmou respeitar a AL, mas rejeitou a proposta dos deputados.

 

“Estamos aqui para ouvir e decidir em cima da verdade e de fatos concretos. Não posso ser e não seremos uma administração irresponsável, que vai ficar dando cheques sem fundo, autorizando gastos e obras”, disse.

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho