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Secretário de Fazenda diz que aumentar impostos pode 'matar' agronegócio

Secretário de Fazenda diz que aumentar impostos pode 'matar' agronegócio

  • 14/06/2017
  • Repórter MT

Gustavo Oliveira argumenta que o agronegócio é a base da economia de Mato Grosso e a medida pode afugentar os produtores. 

Apesar da atual crise que enfrente o Governo do Estado, o secretário de Fazenda, (Sefaz), Gustavo de Oliveira, argumenta que a possibilidade de aumentar impostos do agronegócio pode prejudicar ainda mais Mato Grosso, que tem sua economia concentrada na pecuária e agricultura.

“Não adianta você achar que ‘carregando’ com impostos vai resolver o problema do Estado, porque às vezes você aumentando imposto, você ‘mata’ um setor da economia que é produtivo e este setor pode acabar indo embora”, explicou o secretário.

Em entrevista ao programa de rário Primeira Página, na manhã desta quarta-feira (14), o secretário usou o exemplo de uma situação semelhante que pode ser considerada um "tiro no pé".

“Não adianta você achar que ‘carregando’ com impostos vai resolver o problema do Estado, porque às vezes você aumentando imposto, você ‘mata’ um setor da economia que é produtivo e este setor pode acabar indo embora”, explicou o secretário, citando o exemplo da importação de aeronaves no Estado, quando aumentaram de 4% para 17% o ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Segundo ele, desde então nunca mais Mato Grosso importou aeronaves, já que compensa muito mais fazer a compra por outro Estado.

"Nos municípios que têm força no agro, o comércio e a economia flui muito mais”, defendeu Gustavo.

Gustavo ressaltou que o Estado segue a desoneração de impostos do agronegócio imposta pela União, que isenta alguns setores do pagamento de ICMS.

“Nós seguimos a desoneração indicada pelo Governo Federal, através da Lei Kandir [isenção do pagamento de ICMS sobre as exportações de produtos primários e semielaborados ou serviços], portanto o agro não paga pouco imposto”, disse o secretário durante entrevista.

Ele afirma que o setor precisa produzir muito para conseguir obter um recurso relevante e que o agronegócio movimenta a economia da região.

“É um setor que se produz muito e ganha pouco. E se você observar como é o desenvolvimento de municípios aonde o agro é pujante e outros que não têm força no agro, a diferença é enorme. Nos municípios que têm força no agro, o comércio e a economia flui muito mais”, defendeu Gustavo.

 

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho