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Abatedouro clandestino é fechado na Capital Campo Grande

Abatedouro clandestino é fechado na Capital Campo Grande

  • 23/08/2019
  • Diário Digital

Local de abate de aves funcionava no Parque do Lageado e não tinha autorização da Vigilância Sanitária

Um abatedouro clandestino de aves, que funcionava no Parque Lageado, em Campo Grande, foi fechado nesta quinta-feira, dia 23 de Agosto, durante uma operação da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra a Relação de Consumo (Decon), em conjunto com A Delegacia Especializada em Repressão a Crimes Ambientais e de Atendimento ao Turista (Decat), Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e Vigilância Sanitária do município.

Os policiais civis chegaram até o abatedouro que funcionava na Rua Lea Maria Barbosa Marques na tarde de ontem, após o recebimento de denúncia anônima. No local foram encontradas grande quantidade de galinhas sendo abatidas de forma irregular, sem autorização da Vigilância Sanitária e sem possuir certificados como SIM, SIE ou SIF.

Os policiais encontraram também dejetos resultantes do abate dos animais, principalmente sangue de aves, que estariam contaminando o solo, já que no local não existe piso com canaletas para a devida coleta e descarte em condições compatíveis com as normas ambientais vigentes.

As aves abatidas e todos os subprodutos existentes no abatedouro clandestino foram recolhidos e descartados pela Vigilância Sanitária, conforme determina a legislação ambiental municipal, haja vista que, de plano, os técnicos da Vigilância Sanitária constataram ser a produção inapropriada ao o consumo humano. 

Durante as diligências, por meio de perícia técnica ficou comprovado a existência de desvio de energia elétrica do padrão do imóvel, bem como uma ligação direta da rede de abastecimento de água potável no imóvel.

A proprietária do abatedouro clandestino, uma mulher de 61 anos, foi presa e autuada em flagrante por crime contra as relações de consumo (artigo 7º, inciso IX, da Lei nº 8.137/1990), por vender ou entregar mercadoria imprópria ao consumo (artigo 54 da Lei 9.605/98) e por furto de energia (artigo 155, § 3º, do Código Penal Brasileiro), sendo em seguida colocada à disposição da Justiça.
 

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho